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ORGANIZAÇÕES E TRABALHO VIRTUAIS
III - PESQUISA DE CAMPO - ORGANIZAÇÕES EM VARGINHA "Eu fiquei sabendo que a Internet estava aumentando num ritmo de 2.300% ao ano. Nada cresce tão rápido em negócios. Essa notícia tão surpreendente me fez acordar" Estas palavras fazem parte da entrevista com Jeffrey Bezos, (Exame, Edição 685 de 7 de abril de 1999), o fundador e principal executivo da Amazon.com, o site que segundo a Revista Exame "praticamente inventou as vendas ao consumidor pela Internet".
No ano de 1998 esta empresa faturou 610 milhões de dólares com 6,2 milhões de clientes que compraram seus produtos: livros, CDs, DVDs, Jogos, etc. O valor de mercado desta empresa está estimado em 20 bilhões de dólares.
A Amazon é uma empresa que faz pela Internet, o que outras empresas já faziam há muitos anos de outras formas. Entretanto, há empresas que estão surgindo para oferecer serviços e produtos que não existiam antes da criação da rede. No endereço www.hotmail.com você encontra um ótimo exemplo.
Em 1993, um jovem indiano desembarcou nos Estados Unidos, com 250 dólares no bolso, para fazer faculdade. Três anos depois ele e um amigo tiveram a idéia inédita de montar um servidor de mensagens gratuitas, onde qualquer pessoa poderia ter o seu endereço eletrônico, sem ter uma conta de acesso à Internet. Após procurar ajuda financeira de diversas origens, sem sucesso. Encontrou um patrocinador, que investiu 300 mil dólares em equipamentos e instalações para iniciar o negócio. A empresa foi chamada de Hotmail e teve um crescimento assustador nos 2 primeiros anos, o que chamou a atenção de Bill Gates (CEO da Microsoft) que precisava de um serviço como este para agregar valor ao seu site de notícias na Internet, o MSN (Microsoft News).
Na verdade, o que estava sendo negociado não eram os equipamentos ou os programas. A Microsoft pagou esta fortuna por uma marca e uma carteira de aproximadamente 8 milhões de clientes, na época. Atualmente o Hotmail possui 30 milhões de usuários ativos ao redor do mundo.
O que está mudando no mercado: as organizações ou os consumidores ? A resposta correta é: os dois estão mudando! Na era da tão discutida globalização o mercado cada vez fica mais competitivo e volátil. Sobrevivem a esta guerra as organizações ágeis e competentes. Aquelas que conseguem perceber a mudança no mercado e o novo perfil dos consumidores e, a partir daí, se adaptam à nova realidade, oferecendo produtos com a qualidade que o consumidor deseja, com o menor custo possível, da forma mais rápida e em qualquer lugar que este consumidor esteja.
Não importa se estas organizações são virtuais ou não. Estão mudando os meios, mas o fim será sempre o mesmo. Os produtos dessas empresas, sejam estes serviços ou bens de consumo, terão sempre que atender as expectativas do cliente. Volta ao início
II.1 ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS
A Internet, esta realidade crescente, atualmente está sendo um dos principais agentes de mudança de todas as áreas de nossa economia, sendo também responsável pela alteração dos hábitos do consumidor de uma forma global.
"A superestrada da informação nada mais é do que o movimento global de bits sem peso à velocidade da luz. Todas as indústrias, uma após outra, olham-se no espelho e se perguntam sobre o seu futuro; pois bem esse futuro será determinado em 100% pela possibilidade de seus produtos e serviços adquirirem a forma digital" (A Vida Digital - Nicholas Negroponte, 1995, pag 18)
Todos nós sabemos que a vida em grandes centros se torna cada vez mais difícil. Se tomarmos como exemplo uma cidade como São Paulo, podemos verificar que o paulistano perde no mínimo 2 horas diárias no trânsito. O índice de violência cada vez mais afeta o indivíduo, que encontra no isolamento social a solução para a segurança e tranquilidade.
Neste isolamento, o indivíduo encontra toda uma infra estrutura que lhe permite sobreviver neste "estado de sítio". Compra-se tudo através do telefone e computador: comida, livros, roupas, vídeos, etc. O comércio virtual, neste contexto, encontra a sua grande oportunidade de crescimento e desenvolvimento.
As organizações virtuais começam a crescer e se fortalecer, mesmo sem apresentar o mesmo formato (na sua grande maioria) das organizações tradicionais: aquelas que estamos acostumados a ver, com grandes estruturas físicas, complexos sistemas de produção, grande número de pessoal, enfim, uma empresa, digamos, de "tijolos e ferragens" ou de "carne e osso".
Mas o que vem a ser uma organização virtual?
"As organizações virtuais são um novo modelo organizacional que utilizam a tecnologia para unir, de forma dinâmica, pessoas, bens e idéias sem, todavia, ser necessário reuni-las em um mesmo espaço físico e/ou ao mesmo tempo.", (Rosa S. Berto - 1997)
Hoje, não existem fronteiras para a informação. Começa a nascer um novo mundo, paralelo ao nosso, virtual, onde o espaço físico, a geografia, identidade e cultura de povos, deixam de existir ou de ser importantes. (Escobar, 1994; Laquey & Ryer, 1994)
"a fascinação pelos mundos virtuais(...) toca particularmente as jovens gerações. Este fascínio provém do fato de que não somente podemos criar pequenos 'mundos' do nada, mas sobretudo pelo fato de que num certo sentido, podemos habitar, 'realmente' esses mundos. Podemos contentar-nos com estes simulacros da realidade, por pouco que o mundo real nos pareça demasiado duro (...)" (Quéau, 1993)
Tendo apenas 21 meses de existência (em abril de 1999), já foram investidos 1 milhão de dólares na empresa. Os três proprietários afirmam que pretendem investir a mesma quantia ainda este ano em divulgação, equipamentos e novos serviços.
Empresas têm surgido a reboque de idéias simples, e que, com as facilidades da tecnologia tornam-se muito fáceis de serem implementadas. Estas empresas-fenômeno, com crescimento exagerado e sucesso instantâneo, só são possíveis por estarem sendo criadas numa fase de transição, em que as regras ainda estão sendo estabelecidas e o mercado ainda está tentando entender que futuro nos espera.
Sem sombra de dúvida, na área tecnológica, o ineditismo é uma vantagem competitiva, que dá a todas as pessoas a oportunidade de criar sua própria empresa, a partir de uma idéia original e obter lucro e reconhecimento em questão de meses.
Recordaremos alguns fatos que fazem parte da nossa história de vida: há alguns anos atrás a utilização de computador se restringia apenas ao registro de informações nas empresas (onde trabalhávamos), com a criação de Bancos de Dados para o tratamento de informações corporativas; a telecomunicação era realizada para transferência de informações via modem entre clientes x fornecedores. Já era um grande avanço para a época, sendo a indústria automobilística responsável pela iniciativa de automatização da informação nos seus fornecedores.
Na área pessoal, o custo elevado do hardware não permitia que todas as pessoas (simples mortais como nós) possuíssem um microcomputador em casa. Nas Faculdades, a disciplina de informática não existia, sendo que foi inserida nos currículos dos cursos, recentemente.
Hoje, não conseguimos passar um dia, sem verificar a nossa caix@ postal eletrônica, sem darmos uma navegada na rede. Para escrever este texto, estamos consultando diversos artigos de professores, de profissionais da área, de revistas virtuais, de bibliotecas, etc, enfim, uma infinidade de idéias a disposição de todos interessados, sem qualquer custo. É uma verdadeira democratização da informação.
Enquanto estamos fragmentando nossas idéias, alguém do grupo lembrou que deveria pagar um boleto bancário. Imediatamente, através de alguns cliques, este boleto já estava pago.
Outro aproveitou para consultar um título de um livro e através do www.miner.com.br conseguiu realizar uma busca nas principais livrarias virtuais cadastradas no Brasil e no Exterior. Como já estava anoitecendo, alguém do grupo sugeriu pedir uma pizza pela rede, mas em nosso interior, este serviço ainda não está disponibilizado. Por enquanto... Recorreremos ao nosso velho(...?) celular. II.2 - ORGANIZAÇÕES TRADICIONAIS EVOLUÇÃO E CONTRASTES Eis, por exemplo, a descrição de Berman (1982): 'Há uma modalidade de experiência vital - experiência do espaço e do tempo, do eu e dos outros, das possibilidades e perigos da vida - que é partilhada por homens e mulheres em todo o mundo atual. Denominarei esse corpo de experiência 'modernidade'.' Ser moderno é encontrar-se num ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, transformação de si e do mundo - e, ao mesmo tempo, que ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos. Os ambientes e experiências modernos cruzam todas as fronteiras da geografia e da etnicidade, da classe e da nacionalidade, da religião e da ideologia, nesse sentido, pode-se dizer que a modernidade une toda a humanidade. Mas trata-se de uma unidade paradoxal, uma unidade da desunidade; ela nos arroja num redemoinho de perpétua desintegração e renovação, de luta e contradição, de ambigüidade e angústia. Ser moderno é ser parte de um universo que, como disse Marx, " tudo que é sólido desmancha no ar ' " (Harvey, 1992)
Fonte: Swyngedouw (1986)
As organizaçoes virtuais possuem características semelhantes às pós-modernistas. Entretanto, algumas delas, acrescentam novas funções e formas a seus produtos.
Volta ao inícioIII - PESQUISA DE CAMPO - ORGANIZAÇÕES EM VARGINHA
Como complementação deste estudo fizemos algumas pesquisas de campo em empresas de nossa cidade - Varginha MG, onde pudemos constatar alguns pontos importantes:
1 - INSTITUIÇÃO BANCÁRIA Em uma das principais Instituições Bancárias de nossa cidade (omitiremos o nome pelo fato desta empresa ter uma política própria de divulgação de seu nome, ou seja, qualquer citação a ser publicada, deve ser direcionada pelo seu departamento de Marketing) , em entrevista com o gerente, Sr. Carlos Otávio, ouvimos o relato de que a preocupação daquela instituição é com o atendimento humano. Todas as instituições bancárias do país, segundo o Sr. Carlos, em sua grande maioria, tem as mesmas condições tecnológicas. Todas possuem seus caixas eletrônicos, seus acessos e transações virtuais através da Internet ou acesso direto "on line", mas que o cliente, mesmo com toda esta tecnologia, ainda procura um diferencial. O diferencial é o atendimento humano, o calor de uma relação personalizada, a atenção à pessoa. Nesta instituição existe o projeto de fila zero, ou seja, possui apenas um caixa para mínimas transações. O cliente é conscientizado para utilizar os meios eletrônicos Entretanto, apesar de todas as tecnologias utilizadas, o grande diferencial de competitividade entre as instituições bancárias, será o atendimento personalizado e não virtual, concluiu o gerente. .
2 - FÁBRICA DE LATICÍNIOS - ORGANIZAÇÃO TRADICIONAL Tivemos a oportunidade de visitar ainda, uma instituição tradicional de nossa cidade, que está no mercado de laticínios há setenta e cinco anos. Seu produto, atualmente, é distribuído para o nordeste de nosso país. Esta empresa, conserva o mesmo padrão de qualidade do início de sua produção. Seu principal produto, a manteiga, compete com as principais marcas de nosso país. Suas instalações físicas, nos permitem recordar um pouco do passado, ou seja, a mesma arquitetura de anos atrás, simples, um pouco deteriorada pelo tempo, mas que esconde do outro lado de suas paredes, uma produção impecável. Alguns colaboradores, trabalham naquela instituição por muitos anos.
É uma empresa tradicional, familiar, que como bons mineiros que são, guardam seus segredos a sete chaves. Como resistir a todas tecnologias de empresas concorrentes? Não sabemos, a qualidade de seu produto talvez seja uma das respostas...
3 - EMPRESA DE TORREFAÇÃO DE CAFÉ
Com poucos funcionários em sua fábrica, esta empresa é totalmente automatizada. Seus processos produtivos são informatizados e sofrem poucas interferências da ação humana. A virtualidade da empresa se refere às vendas, que são realizadas "on line" pelos vendedores da mesma. Seu produto de alta qualidade, se deve à matéria prima de excepcional qualidade (nossa região sul mineira é a maior produtora nacional de café) aliada à tecnologia empregada pela empresa no beneficiamento e torrefação do produto.
Como comparar estas três empresas pesquisadas?
A primeira (bancária) como toda a tecnologia possível, tentando competir através do diferencial humano. A segunda (manteiga) tradicional, competindo através da qualidade de seu produto, mesmo que sem o emprego de grandes modernizações. A terceira, considerando a tecnologia como o diferencial de competitividade. Existem fórmulas matemáticas comparativas? As empresas tradicionais cederão lugar às empresas virtuais? Será possível sobrevivermos apenas com relações e trabalhos virtuais?
" A dinâmica de uma sociedade do descarte, como a apelidaram escritores como Alvin Toffler (1970) (...) significa muito mais do que jogar fora bens produzidos (...); significa também ser capaz de atirar fora valores, estilos de vida, relacionamentos estáveis, apego a coisas, edifícios, lugares, pessoas e modos adquiridos de agir e ser. (Harvey, 1992)
Existe uma nova proposta de trabalho, um novo tipo de organização, que se contrapõe a muitas existentes no mercado, mesmo aquelas "semi-virtuais". Este novo tipo de organização é representado por empresas que identificaram a necessidade das pessoas, que vai além da virtualidade e, por isso cuidam diretamente de seus clientes dispensando-lhes atenção pessoal e o calor afetivo que uma máquina (ainda...) não pode produzir.
Achamos muito difícil que as empresas sobrevivam sem incorporar e acompanhar estas novas tecnologias. Estas se tornam presentes em todas as áreas de nossa economia, agregando valores que vão influir na competitividade de mercado.
Quando encontramos empresas tradicionais, como as citadas, que sobrevivem pela capacidade seus integrantes e qualidade de seu produto, podemos afirmar que são exceção no mundo das organizações, porque a tecnologia gera velocidade; a tecnologia gera qualidade; a tecnologia está incorporada na vida das pessoas, que são os consumidores desses produtos. Volta ao inícioIV - CONCLUSÃO
O modelo de produção da era fordista, embora ainda coexista na atualidade, tende a ser substituído por modelos mais ágeis mediante o emprego da tecnologia. O impacto desta mudanças sobre a educação é altamente significativo e não se pode ignorá-lo. O futuro hoje apontado pela alta porcentagem de desemprego começa a delinear-se com formas diferentes da primitiva relação capital/trabalho. A CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) assinada, assegurando a proteção aos direitos do trabalhador em nosso país, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho , tende a se transformar senão em objeto do desejo, em documento raro. Neste panorama, urgente se faz atentarmos para o Homem afim de que ele não sucumba como vítima do processo de desenvolvimento tecnológico . Mais do que nunca a educação deve preocupar-se com a informação de um lado e com a formação de outro, criando cidadãos emancipados no verdadeiro sentido da palavra. Emancipado, inclusive dos próprios grilhões internos que o " assujeitam" não lhe permitindo assenhorear-se sequer da própria vida e destino. A nosso ver as inovações tecnológicas irromperam frente ao Homem preso na heteronomia e garantido por ela. Os novos padrões impõem a aquisição da autonomia que, se por um lado, é libertadora, por outro inclui a necessidade de convivência com a angústia trazida pelo provisório, pelo inacabado, pelo mutável, pelo incerto e, enfim, pela contínua convivência com a dúvida. "Em termos de habilidades, o que se requer é saber identificar tendências, limites, problemas, soluções e condições existentes; associar, discernir, analisar e julgar dados e informações, usando um raciocínio ágil, abstrato (...) utilizando "conhecimentos extraídos e transferidos de outras experiências, demonstrando predisposição para o trabalho grupal, dispondo de recursos de comunicação oral, escrita, visual, de forma a se mostrar com condições de mobilidade, flexibilidade e adaptação às mudanças."(...) "Trata-se de desenvolver a capacidade de inovar, de produzir novos conhecimentos e soluções tecnológicas adequadas às necessidades sociais, o que exige muito do sistema educacional"( Lucília Regina de Souza Machado A Educação e os desafios das Novas Tecnologias) A tecnologia empregada nas formas de organização da produção não elimina mas, pelo contrário, frisa a necessidade de interação e contato humano. A noção atual de Gestão do Conhecimento ao considerar que "a única vantagem sustentável que uma empresa tem é aquilo que ela coletivamente sabe, aliado à eficiência com que ela usa esse conhecimento e a prontidão com que ela o adquire"( Thomas H. Davenport e Laurence Pruzac, em "Conhecimento Empresarial") vem fortalecer a tese da inteligência coletiva e a importância da interação humana no trabalho. Além disto, o que foi por nós observado é que os clientes que buscam atendimento nas diferentes formas de organizações , não se satisfazem apenas com a demanda atendida, mas, necessitam da personalização do serviço a partir do contato humano. Não cremos advir esta necessidade do fato de que os avanços tecnológicos ainda não se tornaram rotina em nossas vidas ou de que, uma massa expressiva de pessoas não possuam acesso a eles. Antes, ficamos com a hipótese de que, evolutivamente, as primeiras demandas vitais do ser humano se dirigem e são atendidas por outro ser humano e, que este modelo permanece, gravado na MLT, orientando-nos para o calor das relações com o outro. Da mesma maneira que as duas revoluções industriais precedentes eclodiram como resultado de descobertas e invenções e não retrocederam em seus avanços, a atual fruto da microeletrônica impinge ao homem uma grave tarefa: a de desenvolver-se como consciência (de si, do mundo e de si mesmo no mundo) Volta ao início
Harvey, D. (1993). A Condição Pós-Moderna - Uma Pesquisa sobre as Origens da Mudança Cultural, 3ª edição/Ed. Edições Loyola, São Paulo.
BERTO, Rosa S. Organizações Virtuais: Revisão Bibliográfica e Comentários. Em: Encontro Nacional de Engenharia de Produção ENEGEP 97. 06.09.Out.1997, Gramado, RS. Anais... Porto Alegre: UFRGS.PPGEP, 1997.
MACHADO, Lucília Regina de Souza. A Educação e os Desafios das novas Tecnologias , apostila.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital, 2ª edição, Companhia da Letras, São Paulo, 1995.
Quéau, P. (1993). O Tempo do Virtual. In: André Parente (org.) Imagem-Máquina. A Era das Tecnologias do Virtual. Rio de Janeiro. Editora 34, pp.91-99.
GUIMARÃES, Gabriela Machado. Relações Virtuais: A aurora de um novo pensar. Disponível na URL: http://www.cfh.ufsc.br/~ciber/rba_guimaraes.html
TRÖGER, Ane. Organizações Virtuais. Disponível na URL: http://www.inf.ufrgs.br/~ane/pesq.html
VALLIM, Mirtis de Aguiar. Do que é mesmo que todos estão falando? In revista BQ-Qualidade abril 99 pag.26. Volta ao início | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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